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Blue Go · Crédito com clareza

Simulador de empréstimo

Entenda o custo do dinheiro antes de assumir a dívida. Compare juros e encargos, estime o CET e descubra quanto pode economizar antecipando a quitação.

01 · Sua proposta

O que entra no contrato?

Use os dados da proposta. Nesta simulação, todos os encargos são financiados junto com o empréstimo.

Crédito líquido recebido: de R$ 100 a R$ 10 milhões.
Taxas efetivas: a conversão anual usa juros compostos. Trocar o período preserva a taxa equivalente.
Parcelas mensais pelo sistema Price, sem carência.
Encargos embutidos no financiamento
Copie o valor e confira o nome e a justificativa no contrato.
Informe o imposto em reais. A ferramenta não calcula alíquotas legais de IOF.
Seu plano para quitar antes
Aplicada após cada parcela, desde o primeiro mês, para reduzir o prazo. Use zero para comparar sem antecipações.

Os campos não são enviados pelo simulador nem salvos por ele. Apenas a preferência de tema fica neste navegador.

Preço de venda do dinheiro · Sem antecipar

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Atualizando a simulação…

A taxa além do anúncio

Juros informados / mês — —
CET estimado / mês — —

Você recebe
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Encargos financiados
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Saldo inicial do contrato
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Parcela regular estimada
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Juros ao longo do prazo
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Custo além do valor recebido
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Estimativa com pagamentos em intervalos mensais iguais. O CET oficial é anual e usa as datas dos fluxos; confira o demonstrativo do banco. O cálculo abaixo não é um laudo pericial.

02 · Pontos de atenção

O que vale conferir

Um custo elevado ou a presença de uma tarifa, isoladamente, não demonstra ilegalidade. A análise depende da modalidade, da contratação e dos documentos.

03 · Uma saída planejada

Troque meses de dívida por fôlego

Juros economizados — Com os aportes extras
Prazo reduzido — —

Aporte extra abate o saldo depois dos juros do mês. Tarifas e seguro já financiados não são devolvidos nesta conta. A operação real pode ter regras e valores diferentes.

Para onde vai o que você paga?

Carregando o gráfico. Os valores também estão disponíveis nos painéis e na tabela.

Na janela de impressão, escolha A4, escala de 100% e desative os cabeçalhos e rodapés do navegador. Revise as quebras antes de salvar.

Conferir evolução mensal do cenário com aportes

Saldo, juros, parcela e antecipação no mesmo lugar. Os cálculos não arredondam os valores intermediários; a exibição em centavos pode apresentar pequenas diferenças de soma.

Cenário com amortização extra mensal
Mês Saldo inicial Juros Parcela Extra Saldo final
Como funciona o cálculo e onde estão os limites

O principal financiado é o crédito líquido mais TAC/tarifa, seguro e IOF. A prestação Price é P × i ÷ [1 − (1 + i)−n]. Com taxa zero, usamos P ÷ n. Os encargos são incluídos uma vez e também recebem os juros do financiamento.

O CET mensal estimado é a taxa r que resolve: valor recebido = soma das parcelas ÷ (1 + r)mês. A equivalência anual é (1 + r)12 − 1. Não se trata de dividir o custo total pelo crédito nem de multiplicar a taxa mensal por 12.

Não são modelados SAC, carência, vencimentos irregulares, indexação, encargos recorrentes, atraso nem despesas pagas à vista. Valores não reconhecidos devem ser confirmados com a instituição. Para contratos com essas condições, esta simulação não reproduz o CET oficial.

A Resolução CMN nº 4.881/2020 disciplina o CET com os fluxos e suas datas, em dias corridos. Aqui usamos períodos mensais iguais, sem calendário contratual.

Antes de assinar

Um roteiro para comparar crédito com autonomia

  1. Comece pelo dinheiro que realmente chega. Se a proposta diz R$ 6 mil, mas você recebe R$ 5 mil, descubra o destino dos R$ 1 mil restantes. Não preencha o crédito líquido com o valor já acrescido de encargos.
  2. Peça os documentos completos. Tenha a proposta, a composição das despesas e o demonstrativo do CET. Registre a quantidade de parcelas e a data da primeira cobrança. Uma conversa por mensagem não substitui a leitura do contrato.
  3. Compare propostas equivalentes. Mesmo valor líquido, mesmo prazo e mesma modalidade. Uma parcela menor pode esconder mais meses de pagamento. No consignado, considere também o efeito contínuo do desconto sobre a renda disponível.
  4. Confira seguros e serviços adicionais. Pergunte se há opção sem o produto e peça os termos de adesão. Uma cobrança não reconhecida exige esclarecimento; guarde documentos e protocolos.
  5. Teste um plano que caiba no mês difícil. Informe um extra que você consegue manter sem atrasar despesas essenciais. Para uma dívida existente, peça o saldo para quitação na data e simule o que falta pagar, sem reutilizar o valor original como se fosse o saldo atual.

O Banco Central orienta observar o CET, pois ele reúne juros e demais custos. A ferramenta ajuda a organizar a comparação; a confirmação dos valores começa no demonstrativo da instituição.

Exemplos que você pode testar

Mesma dívida, decisões mais claras

Casos ilustrativos, com hipóteses explícitas e resultados desta calculadora. Não são relatos de clientes nem ofertas de bancos.

R$ 5 mil no bolso não são R$ 5 mil financiados

Imagine receber R$ 5.000 para resolver uma despesa e aceitar uma taxa de 2% ao mês por 24 meses. Com tarifa de R$ 250, seguro de R$ 600 e IOF de R$ 150 financiados, o saldo contratado começa em R$ 6.000.

A parcela estimada é de R$ 317,23 e a soma dos pagamentos chega a R$ 7.613,44. O custo estimado, comparado ao valor líquido recebido, equivale a 3,68% ao mês ou 54,26% ao ano.

O seguro não pode ser considerado irregular só por existir. A pergunta prática é se ele foi explicado, autorizado e contratado com liberdade. Peça uma proposta comparável sem despesas opcionais antes de decidir.

R$ 200 extras mudam a data da última parcela

Agora considere R$ 12.000 líquidos, IOF financiado de R$ 360, sem tarifa ou seguro, em 36 parcelas a 2,5% ao mês. A prestação é de aproximadamente R$ 524,70; o total sem antecipações fica em R$ 18.889,25.

Com R$ 200 extras após cada prestação, a quitação ocorre no 23º mês, com um último pagamento menor. O total cai para R$ 16.314,14: são R$ 2.575,11 em juros evitados e 13 meses a menos.

Essa economia exige disponibilidade para pagar aproximadamente R$ 724,70 nos meses completos. Se isso apertar as contas básicas, teste um valor menor e preserve sua capacidade de manter o plano.

Educação financeira

A armadilha do crédito fácil começa na pergunta errada

Quando aparece uma urgência, é natural perguntar apenas quanto cabe na parcela. O problema é que essa pergunta olha para um mês isolado. Uma prestação tolerável pode ocupar vários anos de renda, limitar uma mudança de trabalho ou impedir a formação de uma reserva. O crédito resolve uma falta de dinheiro hoje criando um compromisso com o seu dinheiro de amanhã.

Essa troca merece ser medida sem culpa. Ter uma dívida não é uma falha pessoal, e uma taxa alta não se resolve com frases sobre disciplina. Comece separando o que você recebeu, o que foi incorporado ao contrato e o que será pago pelo tempo de uso do dinheiro. Nomear essas partes devolve clareza a uma decisão que costuma ser tomada sob pressão.

O limite aprovado não define o seu limite de segurança

A instituição avalia risco de crédito; você conhece os gastos que não aparecem no formulário. Medicamentos, manutenção da casa e renda variável não deixam de existir porque uma parcela foi aprovada. Faça o teste com o orçamento de um mês ruim. Se o pagamento depende de horas extras ou de um trabalho ainda não contratado, o plano começa com uma fragilidade.

Evite financiar mais dinheiro apenas porque a diferença na prestação parece pequena. Um valor adicional vem acompanhado de juros e pode alongar a dependência do crédito. Se precisar contratar, defina primeiro o problema que o dinheiro resolve e o valor mínimo necessário para resolvê-lo.

Renegociar é comparar compromissos futuros

Para avaliar uma troca de dívida, peça o saldo de quitação e liste as parcelas que ainda faltam. Depois compare esse compromisso com o custo integral da nova oferta, incluindo tarifas e seguros. O que já foi pago ajuda a entender o histórico, mas a decisão atual depende do que ainda sairá do seu bolso. Reiniciar o prazo pode aliviar o mês e aumentar o gasto acumulado.

Leve números à conversa: saldo atualizado, CET, prestação possível e prazo desejado. Pergunte se existe alternativa com menos encargos ou possibilidade de portabilidade. Guarde a proposta por escrito. Você pode começar essa organização diretamente nos canais oficiais da instituição; se houver divergência, reúna contrato e protocolos para buscar orientação no Procon ou atendimento especializado.

Antecipar exige método, não heroísmo

Um aporte pequeno e repetível pode retirar meses do contrato. Separe-o depois de garantir despesas essenciais e uma proteção mínima para imprevistos. Sem essa folga, antecipar uma dívida e precisar recorrer a outra pode neutralizar a economia. A melhor meta é aquela que reduz o saldo sem criar uma nova urgência.

Reveja o plano quando houver mudança de renda. Se entrar um recurso extraordinário, peça a cotação de quitação ou amortização para a data e compare o efeito de reduzir prazo ou prestação. O objetivo é recuperar espaço para escolhas futuras com uma dívida que você entende, consegue acompanhar e sabe como encerrar.

Perguntas frequentes

Crédito sem letras miúdas na explicação

O que é Custo Efetivo Total (CET) e por que ele é mais importante que a taxa de juros?

O CET reúne juros, tarifas, tributos, seguros e outros custos vinculados ao crédito. Por isso, ajuda a comparar propostas com o mesmo valor líquido e prazo. A taxa de juros sozinha não mostra todas essas despesas. O CET contratual é anual e considera as datas dos pagamentos; este simulador fornece uma estimativa com intervalos mensais iguais.

O banco pode me obrigar a contratar um seguro para liberar o empréstimo?

Em contratos bancários em geral, o consumidor não pode ser compelido a contratar seguro com o banco ou uma seguradora indicada por ele, conforme o Tema 972 do STJ. A existência de seguro, por si só, não prova venda casada. Falta de autorização, imposição e restrição de escolha exigem análise dos documentos. Há particularidades em seguros obrigatórios, como no financiamento habitacional. Peça os termos, esclareça a liberdade de escolha e procure orientação se houver divergência.

Como funciona a amortização de parcelas de trás para frente para reduzir os juros?

A antecipação reduz o saldo atual e o tempo em que ele gera juros. O valor para quitar prestações futuras deve ser calculado para a data da antecipação, em vez de simplesmente somar parcelas ainda não vencidas. O art. 52, § 2º, do Código de Defesa do Consumidor assegura a liquidação antecipada, total ou parcial, com redução proporcional dos juros e demais acréscimos. Nesta ferramenta, cada extra reduz o saldo e mantém a prestação regular para encurtar o prazo; solicite ao banco a cotação efetiva.

Qual a diferença de custo entre empréstimo consignado, empréstimo pessoal e cheque especial?

No consignado, a prestação é descontada da renda elegível, o que muda o risco da operação e compromete essa renda de forma contínua. O empréstimo pessoal tem condições definidas pelo contrato e pelo perfil de crédito. O cheque especial é uma linha rotativa ligada à conta, com dinâmica diferente de um empréstimo parcelado. Não há uma taxa única para cada modalidade: compare o CET de propostas atuais equivalentes. Este modelo Price mensal não reproduz o cálculo diário do cheque especial.

Responsável pelo portal: Kelly Silva. Manutenção técnica: 19/10/2026. Confira as hipóteses e a metodologia descritas nesta ferramenta. Relatar um problema.